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Jogos Medianos, um Top alguma coisa no Mega Drive!

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Sinceramente, eu não aguento mais abrir a internet. Sempre encontro os mesmos textos sobre os melhores clássicos. Essa exaltação cansativa de obras-primas enjoa qualquer um. Cadê os jogos medianos e esquecidos do console? O mundo ignora a mediocridade deliberadamente. Contudo, eu decidi celebrar o “nem fede, nem cheira”. Prepare-se para uma lista aleatória e muito confusa.

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Certamente, você já alugou um cartucho no sábado. Terminou o jogo no domingo sem qualquer empolgação. Na segunda-feira, você já nem lembrava do título. Esse meio-termo merece reconhecimento nesta lista sincera. Portanto, esqueça as notas dez ou os desastres totais. Vamos analisar o que fica no limbo digital. Além disso, a ordem dos fatores aqui não importa.


13. Batman Forever

Admitamos que digitalizar atores para o Sega Genesis parecia brilhante. Todavia, o resultado final transparece algo puramente burocrático. O título tenta emular o clima de Mortal Kombat. Consequentemente, a jogabilidade dura trava o progresso do jogador. Os comandos complexos exigem combinações de luta cansativas. Portanto, a exploração vira um exercício de paciência moderada.

Jogos medianos

Apesar de muitos odiarem este título, ele funciona minimamente. Você precisa ignorar a fluidez inexistente dos movimentos. Os gráficos possuem detalhes interessantes para a época. Entretanto, a diversão ocorre apenas em doses homeopáticas. No fim das contas, você joga dez minutos. Logo depois, desliga o console sem sentir qualquer remorso.

12. Sonic Spinball

Inevitavelmente, misturar o porco-espinho com pinball pareceu uma solução preguiçosa. A Sega precisava preencher o calendário do Mega Drive. A física do jogo oscila entre o aceitável e o bizarro. Por isso, o Sonic quica de forma errática pelos cenários. Certamente, as músicas carregam o estilo metálico do console. Contudo, a frustração nunca atinge o ódio absoluto.

Além disso, o ritmo lento contrasta com a velocidade habitual. Você tenta acertar os gatilhos enquanto boceja ocasionalmente. A repetição das fases industriais cansa o jogador médio. Por esse motivo, o jogo serve para tardes chuvosas. Ele faz parte daquela prateleira de jogos medianos que aceitamos. Entretanto, ele perde para qualquer aventura principal do azulão.

11. Outlander

Basicamente, este simulador de Mad Max esqueceu de injetar adrenalina. A empresa perdeu os direitos da franquia original. As sequências de direção no Sega Genesis são funcionais. Contudo, elas tornam-se repetitivas após cinco minutos de estrada. Ademais, o combate a pé oferece uma experiência rústica. Portanto, você avança sem exigir qualquer técnica apurada.

Por outro lado, o clima pós-apocalíptico mantém um charme rústico. Esse estilo impede o descarte imediato pelo colecionador dedicado. Você coleta combustível e munição de forma mecânica. Consequentemente, atravessa um deserto de ideias tão vasto quanto o cenário. Em suma, o jogo assemelha-se ao pão amanhecido. Ele sustenta o jogador, mas não proporciona prazer.

10. Double Dragon

Esta versão do clássico arcade para o Mega Drive sofre bastante. A paleta de cores lavada desanima o fã veterano. Além disso, a movimentação lenta irrita quem busca ação rápida. Embora o combate mantenha a estrutura básica, falta impacto real. Portanto, você soca capangas genéricos sem sentir empolgação. Você reflete sobre como a vida pode ser monótona.

Certamente, jogar com um amigo melhora um pouco a situação. Todavia, isso não transforma o título em um marco. Os inimigos seguem padrões previsíveis durante toda a jornada. Por isso, a vitória vira uma questão de tempo. Logo, este título entra no grupo dos jogos medianos e esquecíveis. Ele fica perdido na multidão de jogos de briga.

9. Predator 2

Este jogo de tiro do Sega Genesis tenta replicar o filme. Entretanto, ele entrega apenas uma correria morna contra traficantes. A dificuldade é punitiva demais para o jogador casual. Consequentemente, o título torna-se rapidamente esquecível por causar frustração. Assim, o jogador resgata reféns sob pressão constante. O desafio não recompensa o esforço burocrático de avançar.

Jogos medianos

Similarmente, as armas funcionam bem durante as missões iniciais. Os inimigos morrem na medida certa para o progresso. Contudo, nada aqui faz seu coração disparar de alegria. Portanto, o título define bem a nota seis nas locadoras. Ele representa o espírito dos jogos medianos em 16 bits. Eventualmente, você escolhe outro jogo mais divertido no estoque.

8. Fighting Masters

Imagine um jogo de luta livre para o Mega Drive. O objetivo maior não é bater no oponente. Você deve jogar o inimigo contra a parede. Consequentemente, o impacto tira mais energia do alienígena de borracha. Ele diverte por alguns minutos no início. Todavia, o lançamento de gigantes enterrou este título no esquecimento. Ele perdeu espaço para Mortal Kombat rapidamente.

Ademais, os designs dos lutadores alienígenas são bizarros e estranhos. Você testa cada um por pura curiosidade inicial. Logo depois, percebe que todos são igualmente limitados. Assim, cada vitória parece apenas um alívio passageiro. O jogo não entrega uma conquista épica ou memorável. Portanto, ele integra nossa lista de jogos medianos perfeitamente.

7. The Addams Family

Controlar o Gomez por uma mansão mal-assombrada parece divertido. Contudo, o design de níveis do Sega Genesis parece confuso. Os saltos exigem uma precisão irritante do jogador. Além disso, os controles respondem com uma leve preguiça. Todavia, a exploração não linear oferece alguma liberdade interessante. Você caminha pela casa procurando itens sem muita pressa.

Infelizmente, a falta de inimigos variados sabota o brilho. A trilha sonora repetitiva cansa os ouvidos após meia hora. Desse modo, o jogo executa apenas o básico do gênero. Ele não arrisca nada de novo nos 16 bits. Portanto, a experiência é um convite ao desinteresse moderado. Você termina a partida sem qualquer desejo de voltar.

6. Fantasia

Certamente, as revistas brasileiras tentaram vender este título enganosamente. Elas chamavam o jogo de sucessor do Castle of Illusion. Entretanto, ele falhou miseravelmente em todos os aspectos técnicos. Mickey caminha com uma lentidão desesperadora pelo Mega Drive. Além disso, a detecção de colisão falha nos momentos simples. Assim, a sinfonia desafina constantemente durante o progresso.

Igualmente, a magia da Disney não salva o design genérico. Você pula em bolhas sem sentir qualquer aventura real. Eventualmente, o jogador percebe o erro da compra original. O título assemelha-se a um protetor de tela interativo. O nível de dificuldade é mal ajustado e tedioso. Portanto, o encanto visual acaba em poucos minutos.

5. TaleSpin

Pilotar o avião com o Balu cria uma alternância mediana. Além disso, as fases de plataforma com o Kiko cansam. Como não existem upgrades, a jogabilidade permanece sempre estática. Consequentemente, falta qualquer sensação de progressão real no Sega Genesis. Assim, a aventura da Disney voa em baixa altitude técnica. Você apenas cumpre as ordens das missões básicas.

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Além disso, as cores são vivas e atraentes inicialmente. Os personagens são bem desenhados pelos artistas do estúdio. Todavia, você alterna entre tiros e saltos burocráticos. Não existe qualquer urgência ou empolgação genuína na jornada. Em conclusão, este título ideal serve para matar o tempo. Você joga sem esperar grandes surpresas ou emoções.

4. Alex Kidd in the Enchanted Castle

Certamente, este título representa o auge do “tanto faz”. A Sega precisava de um jogo para o Mega Drive. Embora mantenha o carisma, a jogabilidade é muito escorregadia. Consequentemente, isso irrita o jogador sem causar ódio profundo. Você pula e joga “pedra, papel ou tesoura” mecanicamente. Portanto, avança pelas fases sem qualquer pingo de entusiasmo.

Dessa forma, o visual colorido agrada aos olhos inicialmente. Entretanto, o jogo falha em prender sua alma gamer. Ele não possui o brilho do ouriço azul. Todavia, ele também não ofende os seus sentidos humanos. Por isso, Alex Kidd permanece como um dos jogos medianos clássicos. Ele apenas ocupa espaço físico no seu cartucho antigo.

3. Toe Jam & Earl in Panic on Funkotron

Mudar a perspectiva para plataforma lateral foi uma escolha corajosa. No fundo, a decisão resultou em algo apenas mediano. Os minijogos de ritmo no Sega Genesis trazem frescor. Entretanto, a busca por terráqueos escondidos cansa o jogador. Consequentemente, o humor peculiar sustenta a experiência por algum tempo. A jogabilidade, porém, não acompanha a criatividade visual.

Adicionalmente, os gráficos vibrantes chamam a atenção de longe. O estilo funk domina toda a atmosfera sonora divertida. Mas a repetição das mecânicas enfraquece o brilho inicial. Por fim, você termina a fase levemente entretido. Todavia, você não sente desejo de repetir a dose. O jogo diverte, mas não marca a sua vida.

2. King of the Monsters

Lutar com monstros gigantes destruindo cidades deveria ser épico. Porém, o sistema de combate do Mega Drive decepciona. Os movimentos são limitados e travados durante as lutas. Além disso, a detecção de golpes parece decidida aleatoriamente. Contudo, ver prédios desabando ainda oferece uma satisfação visual. Essa destruição superficial mantém o interesse por alguns minutos.

Dessa maneira, o título falha em entregar o caos prometido. As partidas se arrastam em abraços incômodos entre criaturas. Elas mal conseguem se mover com agilidade pela tela. Eventualmente, você percebe que a batalha é contra o tédio. Apertar repetidamente os mesmos botões cansa o polegar rapidamente. Portanto, a experiência permanece rasa do início ao fim.

1. Izzy’s Quest for the Olympic Rings

Criar um jogo para o Sega Genesis sobre mascotes é arriscado. Geralmente, o produto nasce com o selo puramente corporativo. A jogabilidade de plataforma é funcional e apenas aceitável. Embora o design do Izzy seja uma mistura confusa de formas. Portanto, você corre pelos níveis coletando anéis sem empolgação. O entusiasmo assemelha-se ao ato de pagar contas.

Apesar disso, os gráficos são competentes para o sistema. Os controles não apresentam falhas catastróficas durante os saltos. Ele existe apenas para promover um evento esportivo mundial. Consequentemente, cumpre seu papel burocrático sem brilhar ou ofender. Assim sendo, Izzy coroa esta lista de forma perfeita. Ele é o ápice do absoluto “mais ou menos”.


Bem, esta é apenas uma de muitas listas de jogos medianos que eu poderia criar para o Mega Drive. Como gosto não se discute e cada um tem sua própria nostalgia, dificilmente entraremos em acordo. Mas agora eu quero saber de você: qual título te deixa com aquela sensação de “meh”? Qual seria o seu top 10 de jogos medianos do Mega Drive?

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