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Briga de Rua: Meu Top… sei lá quantos são!

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Criar uma lista nem sempre é uma tarefa simples. Por isso, quando publico uma, as pessoas costumam reclamar: “Faltou este jogo”, “E aquele outro?” ou até dizem que a lista é ruim. No entanto, entendo essas críticas, mas vamos com calma. Além disso, confio na inteligência de quem está lendo. E espero que ninguém tenha perdido massa cinzenta levando porrada nos jogos de briga de rua.


Esta é uma lista de jogos de Briga de Rua que considero ótimos, bons e regulares. Você pode chamar de top, ranking ou como preferir. O mais importante é compartilhar minhas escolhas baseadas na minha experiência e gosto pessoal.

Se por acaso algum jogo ficar de fora ou, ainda, se você não concordar que ele pertence ao gênero Briga de Rua, sinta-se à vontade para comentar aqui. Ainda melhor, crie sua própria lista e compartilhe nas redes sociais, em seu site ou até em um vídeo. De fato, essa é a beleza da internet: espaço para todas as opiniões.

As exclusões e escolhas são baseadas exclusivamente no meu gosto pessoal, e vou explicar algumas delas ao final do texto. Portanto, sem mais enrolação, vamos começar a lista, do jogo regular ao melhor. Assim, você pode escolher o que quer ler.

17. Growl;
16. Mystical Fighter;
15. Captain America and the Avengers;
14. Spider-Man & Venom: Maximum Carnage;
13.  Paprium;
12. Two Crude Dudes;
11. Golden Axe III;
10. Alien Storm;
9. Mighty Morphin Power Rangers: The Movie;
8. Golden Axe;
7. Venom/Spider-Man: Separation Anxiety;
6. Streets of Rage;
5. Golden Axe II;
4. Streets of Rage 3;
3. Comix Zone;
2. TMNT: Hyperstone Heist;
1. Streets of Rage 2.


Growl

Neste jogo, você assume o papel de um defensor da natureza que combate capitalistas cruéis, que querem capturar animais para vender suas partes. Essa é a essência da história, e você parte para a ação com muita porrada contra os contrabandistas. A motivação clara cria um ambiente envolvente desde o início.

Embora o jogo não tenha gráficos espetaculares, ele compensa com uma boa variedade de golpes para usar contra os inimigos. Além disso, as armas de fogo tornam a experiência mais dinâmica e satisfatória. A interação com os animais que você ajuda também adiciona um toque divertido e único à jogabilidade.

Briga de Rua

A versão para Mega Drive é um port competente do arcade original. Apesar de algumas limitações técnicas, o jogo mantém a ação intensa e o ritmo acelerado, garantindo momentos empolgantes. Para quem gosta de jogos de briga de rua clássicos, Growl oferece um desafio justo e divertido.

Por fim, recomendo esse título para quem curte ação com uma temática ambientalista. A mistura de pancadaria e o cuidado com os animais cria um contraste interessante e cativante. Vale a pena experimentar e sentir a adrenalina das batalhas contra os caçadores ilegais.


Mystical Fighter

Conhecido também como Kabuki no Brasil, Mystical Fighter é exclusivo do Mega Drive e oferece uma experiência divertida para os fãs de jogos de briga de rua. O que mais me incomoda nele é a música, que se repete de forma constante durante todo o jogo, o que pode cansar o jogador com o tempo.

Por outro lado, a porradaria é muito satisfatória. Você enfrenta inimigos inspirados na mitologia japonesa, o que traz uma identidade cultural única para o jogo. Além disso, o golpe especial merece destaque: agarrar um inimigo, rodar com ele pela tela e atingir os outros adversários é realmente épico.

Briga de Rua

Esse golpe especial, porém, consome energia, o que exige estratégia para usá-lo no momento certo. Ainda assim, joguei muito esse título na infância e guardo ótimas lembranças das lutas intensas e do desafio constante.

Se você gosta de jogos com combates rápidos e tem interesse pela cultura japonesa, Mystical Fighter oferece uma boa experiência. A mistura de fantasia e ação funciona bem, mesmo com a trilha sonora repetitiva.


Captain America and the Avengers

O que mais marcou esse jogo para mim foi o icônico grito “IIIIHHH AVENGERS”, que aparece durante a partida. A qualidade da voz digitalizada parece simples, como se a empresa tivesse pouco orçamento para gravação, mas isso não diminui o charme do título.

Você pode jogar com Capitão América, Homem de Ferro, Gavião Arqueiro ou Visão. Cada personagem tem suas particularidades, o que torna o gameplay variado e interessante. O jogo se inspira bastante nos quadrinhos, trazendo onomatopeias típicas e vilões caricatos dos Vingadores da década de 1980.

Briga de Rua

Mesmo sem revisitar o jogo atualmente, lembro que ele funcionava muito bem como um passatempo divertido. A simplicidade das mecânicas aliada à nostalgia dos personagens cria uma combinação eficaz para fãs dos super-heróis.

Recomendo para quem curte jogos de ação com uma pegada retrô e fãs dos quadrinhos clássicos dos Vingadores. Ele pode não ser perfeito, mas entrega diversão garantida.


Spider-Man & Venom: Maximum Carnage

Essa primeira versão do jogo permitiu que eu jogasse como Venom, o que já é um grande ponto positivo para estar na lista. Apesar disso, a sequência foi ainda melhor, e falarei dela mais adiante.

O jogo apresenta golpes certeiros e uma porradaria que flui bem durante as fases. Entretanto, os inimigos são bastante monótonos e o nível de dificuldade é relativamente baixo comparado a outros títulos de briga de rua.

Briga de Rua

Ainda assim, o jogo tem um apelo especial para mim, pois acompanhei na época a saga “Carnificina Total” nos quadrinhos do Homem-Aranha, que é um dos arcos mais emocionantes da série. Isso traz uma conexão extra e torna a experiência mais divertida.

Portanto, vale a pena jogar para fãs do Homem-Aranha, principalmente aqueles que gostam de reviver momentos clássicos das HQs através dos games.


Paprium

Paprium é o único jogo não oficial do Mega Drive nesta lista e está nessa posição porque, apesar dos gráficos bonitos para o sistema, ainda precisa melhorar bastante na jogabilidade de briga de rua.

Um ponto interessante de Paprium, que também encontramos em Golden Axe III, são os múltiplos caminhos que permitem maior rejogabilidade. No entanto, esse diferencial não salva o jogo de suas falhas na ação principal.

No quesito combate, Paprium fica atrás dos outros títulos da lista, especialmente quando comparado a jogos como TMNT: Hyperstone Heist, Comix Zone ou Streets of Rage 2, que oferecem golpes mais contundentes e mais diversão.

Se a Watermelon lançar uma versão para a nova geração, talvez corrijam esses problemas, mas não espero grandes mudanças. Além disso, a fama de estar no nível do NeoGeo graficamente é exagerada, não condiz com a realidade.


Two Crude Dudes

Eu adoro Two Crude Dudes, e colocá-lo nesta posição da lista não foi fácil. A história, ambientada em uma Nova York pós-apocalíptica, me atrai muito. Essa ambientação cria um clima único, que complementa a ação intensa e cheia de porrada.

Os dois personagens principais partem para cima dos inimigos com golpes variados: voadoras, rasteiras, socos e até o uso de objetos como pedras, postes e placas. O destaque fica para a mecânica de pegar inimigos e jogá-los uns contra os outros, o que torna as lutas mais estratégicas e divertidas.

O modo cooperativo para dois jogadores aumenta ainda mais o prazer de jogar. Jogar em dupla torna tudo mais gostoso e a sensação de parceria ajuda a superar os desafios. Além disso, a trilha sonora dessa versão do Mega Drive me parece até melhor que a original do arcade.

Em resumo, Two Crude Dudes é um jogo que combina ação, diversão e uma boa ambientação. Se você curte brigas de rua descompromissadas e cheias de ação, não deixe de experimentar esse título.


Golden Axe III

Golden Axe III tem múltiplos caminhos, o que é um ponto positivo, mas infelizmente parece que o jogo foi finalizado às pressas. Diferente dos dois primeiros títulos da série no Mega Drive, aqui faltou um pouco mais de cuidado e conteúdo para manter o padrão.

No entanto, o conjunto de golpes disponíveis é excelente e oferece uma aula de briga de rua que Paprium deveria ter aprendido. A jogabilidade é fluida e permite combinações interessantes, tornando a porradaria bastante prazerosa.

Um ponto negativo, porém, são os personagens. Diferentemente dos jogos anteriores, Golden Axe III apresenta novos protagonistas, o que desagradou muitos fãs e acabou afastando uma parte do público.

Por isso, embora eu aprecie o jogo, não gosto tanto dele quanto dos antecessores. Ainda assim, recomendo para quem quiser conhecer uma versão diferente da série e experimentar a diversidade dos múltiplos caminhos.


Alien Storm

Você pode achar estranho, mas considero Alien Storm um jogo de briga de rua. Ele tem um estilo parecido com Golden Axe, então vale a pena dar uma chance e deixar de lado preconceitos. Quem diz que ele é só um run ’n gun não entende a mistura que ele propõe.

No jogo, matar alienígenas usando chicotadas, fogo e eletricidade é extremamente satisfatório. A dificuldade aumenta bastante perto do final, exigindo habilidade e atenção. Porém, jogar com um amigo torna tudo mais divertido e menos complicado.

Os gráficos estão dentro do que o Mega Drive podia oferecer na época, sem grandes inovações, mas mantendo a qualidade. Isso contribui para uma experiência visual agradável e que casa bem com o clima de sci-fi do jogo.

Portanto, recomendo Alien Storm para quem curte brigas de rua intensas com toques diferentes e uma boa dose de desafio cooperativo.


Mighty Morphin Power Rangers: The Movie

Primeiramente, quem não lembra do clássico grito “Go Go Power Rangers”? Eu assistia à série todos os dias na Globo, religiosamente, o que me deixou super empolgado quando soube do jogo baseado no filme.

O Super Nintendo recebeu uma versão de briga de rua baseada na série, enquanto o Mega Drive teve uma versão de luta diferente, também inspirada nos Power Rangers. Mas a versão de briga de rua foi a que mais me conquistou pelas transformações — a famosa frase “ESTÁ NA HORA DE MORFAR!” e os movimentos dos heróis eram sensacionais.

O jogo é enxuto, focado em golpes e voadoras, e consegue entregar uma jogabilidade competente e divertida. Mesmo simples, ele cumpre bem o papel de entretenimento para fãs da série e para quem gosta de jogos de briga de rua.

Se você cresceu assistindo aos Power Rangers ou quer experimentar um título divertido e nostálgico, essa versão merece ser jogada.


Golden Axe

Não tenho apego ao Golden Axe original do arcade. Talvez por isso este título esteja nesta posição. No entanto, reconheço sua importância como um dos primeiros jogos de briga de rua do Mega Drive — e não de hack ‘n slash, como muitos ainda insistem em dizer. Ele apresenta uma boa variedade de golpes, um desafio bem equilibrado e ainda rouba, com muito estilo, vozes do Conan.

Apesar dessas “influências”, a sensação ao jogar é quase como estar em uma aventura do próprio Conan. A ambientação sombria, os monstros brutais e os guerreiros com poderes mágicos contribuem para essa atmosfera. O jogo ainda surpreende com momentos marcantes e chefes que exigem estratégia.

Além disso, para quem possui um Mega Drive — ou pretende conhecer o console — Golden Axe é uma experiência quase obrigatória. Ele representa uma época em que a criatividade superava as limitações técnicas e entregava jogos memoráveis.

Mesmo não estando entre os meus preferidos, Golden Axe merece respeito. Foi um dos pilares da pancadaria medieval nos videogames e inspirou muitos títulos que vieram depois.


Venom/Spider-Man: Separation Anxiety

Como mencionei anteriormente, este jogo é muito mais divertido de jogar que seu antecessor, Maximum Carnage. Ainda mais quando se escolhe o Venom como personagem principal. Mesmo que o arco “Ansiedade de Separação” não seja tão impactante quanto “Carnificina Total”, o jogo entrega uma experiência superior.

Os controles respondem melhor, os movimentos estão mais fluidos e os personagens ganharam novas animações. Os inimigos continuam genéricos, sim, mas se tornaram mais agressivos e podem derrubar jogadores desatentos com facilidade.

Apesar de a trilha sonora ser limitada e o polimento não estar no nível de outros títulos do gênero, Separation Anxiety se destaca. Jogar em dupla com um amigo melhora muito a experiência e torna o desafio mais equilibrado e divertido.

Para quem gosta do universo do Homem-Aranha ou quer apenas um bom jogo de briga de rua cooperativo, essa é uma excelente escolha. E sim, ver o Venom esmagando inimigos ainda é muito satisfatório.


Streets of Rage

Colocar Streets of Rage nesta posição pode parecer um sacrilégio para alguns. Vários dirão que é injustificável. Porém, mesmo com toda a minha nostalgia por Bare Knuckle — nome japonês do jogo —, eu coloco ele aqui porque a jogabilidade dos outros títulos da lista evoluiu mais.

A introdução de Streets of Rage é uma das mais marcantes do Mega Drive, linda demais e cheia de estilo. Em termos de briga de rua, a sua jogabilidade é bem gostosa, apesar de não ser uma grande evolução para alguns outros jogos que tinha na época. Ainda assim, serviu de base para praticamente todos os outros jogos do gênero que vieram depois.

Axel, Blaze e Adam são ícones do Mega Drive e viraram personagens queridinhos de muitos jogadores. Eles formam o trio que ajudou a moldar o estilo dos beat ’em ups nos anos 90, mesmo com mecânicas ainda em desenvolvimento.

Vejo Streets of Rage, Double Dragon e River City Ransom como a base do gênero briga de rua. Mas nem sempre os pioneiros são os melhores. E, sinceramente? A trilha sonora merecia um lugar mais alto nesta lista.


Golden Axe II

A música da primeira fase já começa a tocar na minha cabeça só de pensar nesse jogo. Mas estamos aqui para falar de jogabilidade, e nisso Golden Axe II acerta em cheio. Os personagens são bem definidos, com estilos de combate únicos que permitem ao jogador escolher aquele que mais combina com sua forma de jogar.

Tyris Flare, Gilius Thunderhead e Ax Battler retornam com visuais familiares e ataques poderosos. As magias de área continuam sendo um espetáculo à parte, visualmente chamativas e estrategicamente essenciais. A experiência é ainda melhor em modo cooperativo.

Comparado ao primeiro jogo, Golden Axe II corrigiu praticamente tudo que incomodava. Os controles estão mais precisos, os inimigos respondem melhor, e o ritmo do jogo é muito mais gostoso. É o tipo de sequência que realmente entende onde o original errou e resolve isso com competência.

Por tudo isso, considero Golden Axe II um dos melhores jogos de briga de rua com ambientação medieval que o Mega Drive já viu. E um daqueles títulos que dá gosto de revisitar, especialmente com um amigo do lado.


Streets of Rage 3

Sim, eu não gosto de nenhuma música deste jogo. Pode me chamar de Maria vai com as outras. Tirando isso, o que temos é um título de briga de rua com um setlist de golpes maravilhoso. Streets of Rage 3 eleva a série a um novo patamar.

O jogo traz muitos inimigos, fases longas e um desafio que realmente exige dedicação. Se comparado ao segundo jogo, é mais complexo e mais difícil, o que pode afastar jogadores menos experientes, mas cativa os fãs hardcore.

Briga de Rua

A variedade de personagens, os finais alternativos e os golpes especiais colocam Streets of Rage 3 entre os mais completos do gênero. O jogo conseguiu inovar sem perder a essência da série, algo que poucos conseguem fazer tão bem.

Mesmo sem amar a trilha sonora, eu respeito profundamente o que Streets of Rage 3 representa: o ápice técnico da franquia no Mega Drive, antes do retorno triunfal com o quarto jogo.


Comix Zone

Comix Zone é um daqueles jogos que transpira originalidade. Ele mistura ação com o universo dos quadrinhos de forma brilhante. Cada cena é um painel de HQ, cada golpe vem acompanhado de onomatopeias estilizadas. Para mim, como fã de quadrinhos, isso foi amor à primeira vista.

O jogo tem uma trilha sonora que conversa diretamente com o que era popular nos Estados Unidos dos anos 90. Criado pela SEGA Technical Institute, ele carrega o espírito do rock alternativo e da cultura jovem daquela época.

Briga de Rua

Os golpes têm peso, a resposta aos comandos é rápida e precisa, e o visual é marcante. Além disso, o protagonista Sketch Turner é carismático, mesmo dentro de uma história maluca onde ele entra na própria HQ que desenhou.

Se você procura um jogo de briga de rua fora do convencional, Comix Zone é o caminho. Um quadrinho jogável, com ação intensa e estilo de sobra.


TMNT: Hyperstone Heist

Este jogo não ficou em primeiro por muito pouco. O que a Konami fez aqui é digno de aplauso. Hyperstone Heist não é apenas uma adaptação de Turtles in Time — é quase um jogo novo, repensado para o Mega Drive com muito cuidado.

Os gráficos, os sons e os movimentos vieram do arcade, mas foram polidos para o console da SEGA. A trilha sonora aqui é mais encorpada e, em minha opinião, superior à da versão do Super Nintendo. Os combates são rápidos, fluem bem e a jogabilidade é uma das melhores do gênero.

Briga de Rua

Rafael, Donatello, Michelangelo e Leonardo enfrentam chefes únicos em locais variados: de Nova York a navios piratas, templos e até o Tecnodromo. Tudo isso com muita velocidade e precisão nos controles.

Sem exagero, esse é um dos melhores jogos de briga de rua já feitos para qualquer sistema. Se tivesse apenas mais duas fases, talvez estivesse no topo da lista.


Streets of Rage 2

Chegamos ao topo. Streets of Rage 2 é, sem dúvida, o melhor jogo de briga de rua do Mega Drive. A trilha sonora é lendária, os gráficos estão entre os melhores do console e os personagens são carismáticos e variados. Axel, Blaze, Max e Skate formam um quarteto poderoso e equilibrado.

Os inimigos oferecem desafio até mesmo no modo normal. Cada golpe tem peso, cada fase tem ritmo, e a progressão do jogo é tão bem pensada que você simplesmente não sente o tempo passar. Streets of Rage 2 é o padrão ouro do gênero.

Briga de Rua

Se você quiser fazer um jogo de briga de rua hoje, precisa olhar para esse título. Ele é referência, inspiração e base. Junto de outros como TMNT: Hyperstone Heist, Comix Zone e Golden Axe II, Streets of Rage 2 mostra como se faz um jogo completo, divertido e memorável.

Eu até poderia me alongar mais, mas seria chover no molhado. Streets of Rage 2 é o topo da montanha. Ponto final.


Os Rejeitados: Ficaram de Fora, Mas Não Esquecidos

Toda lista de melhores jogos de briga de rua gera polêmica. Sempre tem aquele leitor que chega e diz: “Ué, cadê tal jogo?”, “Não acredito que você esqueceu aquele outro!” Pois bem, vou poupar vocês do suspense. Aqui está uma lista dos títulos que não entraram na seleção — e o motivo? Ah, isso eu deixo para você imaginar.

Talvez eu tenha jogado pouco. Provavelmente eu não tenha curtido o suficiente. Talvez eles simplesmente não tenham batido aquela nostalgia gostosa. Vai saber.

Confira os “esquecidos”, ou melhor, os “não convidados para o churrasco”:

  • Last Battle;
  • DJ Boy;
  • Battletoads (confesso, joguei mais a versão do NES mesmo);
  • Double Dragon II: The Revenge;
  • Double Dragon 3: The Rosetta Stone;
  • Toxic Crusaders;
  • Battletoads / Double Dragon;
  • Cliffhanger;
  • Cybern Justice;
  • Mazin Saga: Mutant Fighter;
  • Splatterhouse 3;
  • The Punisher;
  • The Tick;
  • Bishoujo Senshi Sailor Moon;
  • Cutthroat Island;
  • The Death and Return of Superman;
  • X-perts.

Se algum dos seus favoritos está aí em cima, respira fundo, conta até três e pensa com carinho: será que eles ficaram de fora porque eu joguei pouco? Ou quem sabe porque não simpatizei com eles? Ou, ainda, porque são ruins mesmo? Brincadeira! Ou talvez não. Tudo depende do quanto você gostou deles — e, convenhamos, gosto é gosto.

De todo modo, deixo a interpretação por sua conta. Afinal, eu não vou explicar nada. E quer saber de uma coisa? Talvez seja melhor assim. No fim das contas, um pouco de mistério sempre deixa as coisas mais interessantes. E, sinceramente, é bem mais divertido imaginar do que encarar uma possível decepção.

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